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Os mercados financeiros no Brasil começam a semana em clima de intensa expectativa, especialmente pela agenda macroeconômica, que se trouxer dados mais fracos dará fôlego extra a renovadas apostas do lado da política monetária doméstica.

Fonte: Valor - Finanças, por José de Castro e Lucas Hirata, 12.06.2017

Tenho 30 anos e estou preocupado com as mudanças esperadas na Previdência pública.

Fonte: Valor - Finanças, por Consultório financeiro, 12.06.2017

Os juros futuros operam em baixa nesta segunda-­feira.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 12.06.2017

Desde a eclosão da crise política, as dúvidas em torno do futuro da agenda reformista pesam na avaliação do cenário brasileiro, a despeito dos esforços de Brasília para manter o debate vivo.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 09.06.2017

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou ontem a instrução que incorpora a sua regulação a aplicação das práticas de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa ­ Companhias Abertas.

Fonte: Valor - Finanças, por Juliana Schincariol , 09.06.2017

A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) reiterou pontos já tratados pelo Banco Central na semana passada, mas soou ligeiramente "dovish", ou seja, pró­ queda dos juros, em relação ao comunicado da decisão de política monetária.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata e José de Castro, 07.06.2017

O contraste entre a sinalização mais conservadora do Comitê de Política Monetária (Copom) e a manutenção de estimativas de cortes adicionais para a taxa Selic por parte de departamentos econômicos de grandes bancos tem reforçado a percepção de "sobra" de juros na renda fixa, sobretudo em contratos de prazos intermediários.

Fonte: Valor - Finanças, por José de Castro e Lucas Hirata , 05.06.2017

A tendência de avanço do Brasil no longo prazo não foi alterada pelas mais recentes reviravoltas na cena política, na opinião de Ajay Kapur, estrategista de ações para mercados emergentes do Bank of America Merrill Lynch em Hong Kong.

Fonte: Valor - Finanças, por Denyse Godoy , 05.06.2017

O corte de quatro pontos percentuais da taxa Selic desde o início da flexibilização monetária, em outubro do ano passado, traz um alívio importante para o endividamento das empresas.

Fonte: Valor - Finanças, por Daniela Meibak, 02.06.2017

Num mês que pode selar o caminho para um novo nome na presidência da República, as indicações para a Carteira Valor trazem um misto de defesa, ao contemplar ações de empresas que têm receitas atreladas ao dólar ou que pagam bons dividendos, com casos voltados para o consumo doméstico.

Fonte: Valor - Finanças, por Adriana Cotias, 02.06.2017