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O pessimismo com a capacidade do governo realizar a tão esperada reforma da Previdência voltou a pesar sobre o mercado financeiro doméstico e deixou uma mancha vermelha nos preços dos ativos.

Fonte: Valor - Finanças, por José de Castro, Lucas Hirata, Juliana Machado e Lucinda Pinto, 01.12.2017

A variação dos spreads bancários não tem acompanhado a redução dos custos de captação dos bancos, quebrando uma tendência histórica.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Alex Ribeiro, 29.11.2017

Em uma semana considerada chave para a definição da reforma da Previdência, a desconfiança com o avanço da proposta volta a pesar sobre os mercados financeiros domésticos, limitando a disposição dos investidores em assumir riscos, mesmo com o ambiente externo mais favorável a emergentes.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 28.11.2017

As decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic, e a divulgação das atas das reuniões reduzem a volatilidade das taxas de juros de mercado em 36% e 44%, respectivamente.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos, 28.11.2017

Tanto o custo de carregamento quanto o de emissão da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) caminham para encerrar o ano com a maior queda desde 2010.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Fábio Pupo , 28.11.2017

Os juros futuros operam em alta moderada nesta segunda-feira, denotando alguma cautela com a agenda carregada dos próximos dias.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 27.11.2017

A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 0,22% em termos nominais na passagem de setembro para outubro, somando R$ 3,438 trilhões.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Fábio Pupo, 27.11.2017

A inadimplência média das operações de crédito no sistema financeiro apresentou estabilidade em 3,6% em outubro, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central (BC).

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Alex Ribeiro , 24.11.2017

Diante da falta de capital para garantir a alavancagem de suas operações de crédito, a Caixa Econômica Federal vai se concentrar nos financiamentos imobiliários para famílias com renda bruta mensal de até R$ 4 mil e que fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Fonte: Valor - Finanças, por Edna Simão, 07.11.2017

A Caixa Econômica Federal vai prorrogar até o fim deste mês o prazo para compra de um imóvel usado com financiamento de até 80% do valor da unidade habitacional.

Fonte: Valor - Finanças, por Edna Simão, 07.11.2017