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O mercado de fundos imobiliários nunca esteve tão quente. Embora o grande retorno nominal obtido com o ciclo de corte da Selic tenha ficado para trás, as carteiras que investem em edifícios ou papéis lastreados em propriedades ainda têm um longo caminho de valorização pela frente, sustentado pela expectativa de retomada no setor imobiliário.

Fonte: Valor - Finanças, por Sérgio Tauhata e Toni Sciarretta, 16.04.2018

A nova surpresa com a inflação não foi suficiente para animar as apostas na queda da Selic.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 11.04.2018

O cenário de juros baixos no país pode se tornar insustentável caso um candidato pouco comprometido com reformas fiscais seja eleito.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 09.04.2018

A retomada da economia brasileira e a consequente queda na inadimplência nos negócios entre companhias ajudaram o mercado de seguro de crédito a voltar ao azul no ano passado, depois de dois anos muito negativos.

Fonte: Valor - Finanças, por Daniela Meibak, 05.04.2018

As taxas de juros cobradas pelos bancos e, por consequência, os spreads (diferença entre a taxa de captação e os juros dos empréstimos) vão cair, mas a velocidade dessa redução não é a mesma da taxa básica de juros (Selic).

Fonte: Valor - Finanças, por Vinícius Pinheiro , 05.04.2018

Os altos spreads bancários - a diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa de juros dos empréstimos - podem colocar em risco a recuperação da atividade, na visão de economistas, ao reduzir a efetividade do atual ciclo de política monetária, que colocou a taxa Selic na mínima histórica.

Fonte: Valor - Finanças, por Estevão Taiar, 04.04.2018

A queda dos "spreads" está "contratada" e juros menores aos tomadores são apenas uma questão de tempo, afirmou o presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco em evento ontem em São Paulo.

Fonte: Valor - Finanças, por Thaís Carrança, Sérgio Tauhata e Talita Moreira, 04.04.2018

Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ficaram divididos sobre dar uma sinalização mais firme de interrupção do ciclo de distensão monetária a partir de junho, por isso ainda há chances de os juros básicos caírem a 6% ao ano e até a percentuais menores.

Fonte: Valor - Finanças, por Alex Ribeiro, 28.03.2018

Pelo segundo mês consecutivo, as taxas de juros cobradas pelos bancos subiram para famílias e empresas, movimento em descompasso com o atual ciclo de reduções que levou a Selic a nova mínima histórica, de 6,5% ao ano.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Alex Ribeiro , 27.03.2018

A ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) deve reforçar a aposta no mercado de que a taxa básica Selic recuará, mais uma vez, em maio.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata, 26.03.2018