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Os fundos de pensão podem ficar impedidos de investir diretamente em imóveis.

Fonte: Valor - Finanças, por Sérgio Tauhata e Juliana Schincariol , 21.05.2018

Hoje o Bradesco tem 3 mil funcionários participando de uma prova de conceito em uma plataforma que ajuda o gestor de pessoas a se tornar digital e leva rotinas trabalhistas para o celular dos executivos da área e dos funcionários.

Fonte: Valor - Finanças, por Roseli Loturco - para o Valor , 21.05.2018

O alívio na taxa de câmbio visto na abertura dos negócios de ontem teve vida curta - mais precisamente 73 minutos.

Fonte: Valor - Finanças, por José de Castro , 18.05.2018

A decisão do Banco Central de manter a Selic inalterada em 6,50% ao ano pode não acelerar uma eventual queda do spread bancário e das taxas ao consumidor, mas também não atrapalha.

Fonte: Valor - Finanças, por Sérgio Tauhata , 18.05.2018

Algo deu errado na comunicação de política monetária do Banco Central.

Fonte: Valor - Finanças, por Alex Ribeiro , 18.05.2018

A surpresa com o caminho tomado pelo Banco Central (BC), ao decidir pela manutenção da taxa básica em 6,5% ao ano, provocou uma corrida dos investidores para ajustar suas apostas de curto prazo para a trajetória de juros no mercado.

Fonte: Valor - Finanças, por Lucas Hirata e Eduardo Campos , 18.05.2018

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano, justificando que a alta do dólar reduziu o risco de atraso na convergência da inflação para as metas.

Fonte: Valor - Finanças, por Eduardo Campos e Alex Ribeiro , 17.05.2018

Apesar de o Copom ter surpreendido a maioria das casas de análise ao manter estável a taxa Selic em 6,50% ao ano, economistas ouvidos pelo Valor evitaram criticar a decisão.

Fonte: Valor - Finanças, por Sérgio Tauhata e Silvia Rosa , 17.05.2018

Dólar forte no mercado internacional, em alta de 17% ante o real desde a mínima do ano registrada em 25 de janeiro, títulos do Tesouro dos EUA remunerados acima de 3% para prazo de dez anos, petróleo colado a US$ 80 o barril do tipo Brent, conflitos brotando no Oriente Médio, estranhamento entre as duas "Coreias" pouco depois do comemorado aperto de mão entre os líderes dos dois países, viés protecionista de Donald Trump à flor da pele e a percepção - confirmada pela pesquisa CNT/MDA - de que parece cada dia mais distante a probabilidade de uma candidatura de centro vingar até as eleições presidenciais de outubro provocaram uma fissura no consenso de que a Selic seria reduzida ontem em mais 0,25 ponto percentual, para 6,25% ao ano.

Fonte: Valor - Finanças, por Angela Bittencourt , 17.05.2018

Os analistas econômicos estão divididos sobre se a mudança na forma de atuação do Banco Central no câmbio será suficiente para acalmar o mercado de dólar, com alguns deles pedindo intervenção mais pesada e outros defendendo cautela para não impedir que a cotação da moeda americana atinja seu novo equilíbrio.

Fonte: Valor - Finanças, por Alex Ribeiro, Eduardo Campos e José de Castro , 15.05.2018