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O governo do presidente Michel Temer decidiu relicitar as concessões de rodovias e aeroportos feitas sob a administração de Dilma Rousseff que não estiverem cumprindo seus contratos.

Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Dimmi Amora e Julio Wiziack, 12.09.2016

A crise econômica brasileira tem múltiplas geratrizes. Coluna anterior ("Triplo Mortal Carpado", março de 2016) menciona eterminantes políticos.

Fonte: Valor - Opinão, por David Kupfer, 12.09.2016

Quase metade das empresas beneficiadas pela política de desoneração da folha de pagamento nos últimos anos optou por voltar ao regime antigo de contribuição com a Previdência Social neste ano, segundo a Receita Federal.

Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Fernanda Perrin, 11.09.2016

A Prefeitura de São Paulo publicou, nesta sexta­feira (9), decreto que fixa em até cinco dias prazo para abertura de empresas desde que enquadradas na classificação de baixo risco.

Fonte: Valor - Política, 09.09.2016

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) aumentou 0,24% em agosto, após registrar alta de 0,20% um mês antes.

Fonte: Valor - Brasil, por Robson Sales, 09.09.2016

A reforma trabalhista em preparação no governo Michel Temer deve prever dois novos tipos de contratos de trabalho, por hora e produtividade.

Fonte: Valor - Brasil, por Fabio Graner, 09.09.2016

Áreas de lazer diversificadas cada vez mais têm atraído a atenção de novos moradores preocupados em evitar o estresse e a rotina pesada do dia a dia.

Fonte: Obras 24 horas - Noticias, 09.09.2016

Após a paralisação das obras da linha 6-laranja do metrô paulista, vizinhos da construção temem que os canteiros fiquem abandonados.

Fonte: Folha de São Paulo - Cotidiano, por Regina Soares, 08.09.2016

O Senado aprovou nesta quinta­feira a Medida Provisória (MP) 727 que cria, no âmbito da Presidência da República, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Fonte: Valor - Política, por Vandson Lima e Fábio Murakawa , 08.09.2016

As renegociações que os grandes bancos têm conduzido com as dívidas de alguns dos maiores clientes corporativos do país têm seguido a velha máxima "devo, não nego, pago quando puder".

Fonte: Valor - Finanças, por Felipe Marques e Vinícius Pinheiro, 05.09.2016