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Nos primeiros dias após sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff terá pela frente três assuntos espinhosos, que poderão trazer notícias ruins.

Fonte: Valor, por Leandra Peres, Edna Simão, Lorenna Rodrigues e Ribamar Oliveira, 27.10.2014

Novo modelo tributário para o setor de bebidas, mudanças no setor elétrico, desoneração da folha de pagamentos de novos setores, correção da tabela do Imposto de Renda.

Fonte: Valor, por Lorenna Rodrigues, 27.10.2014

Entre cidades americanas e sul-americanas, Rio de Janeiro e São Paulo estão na liderança quando o assunto é congestionamento. Pesquisa da TomTom, empresa europeia de tecnologia de transporte, aponta que os motoristas das duas capitais brasileiras perdem m

Fonte: Valor, por Roberto Rockmann , 27.10.2014

A perspectiva de um racionamento em razão da seca nos reservatórios tem provocado uma enxurrada de pedidos de outorga para novos poços artesianos no Estado de São Paulo.

Fonte: Valor, por Guilherme Meirelles, 27.10.2014

Criar estrutura para tratamento do esgoto a ponto de torná-lo água potável é uma alternativa para situações de crise de abastecimento hídrico, como a vivida hoje em São Paulo.

Fonte: Valor, por Domingos Zaparolli, 27.10.2014

Os cronogramas para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) estão atrasados na maior parte do país e nem saíram do papel em muitas regiões.

Fonte: Valor, por Roseli Loturco, 27.10.2014

Besançon, no leste da França, ganhou em setembro sua primeira linha de tramway, como é chamado no país o "veículo leve sobre trilhos" (VLT).

Fonte: Valor, por Daniela Fernandes, 27.10.2014

O problema da fiação aérea da cidade de São Paulo está longe de uma solução. O alto custo das obras e a falta de diálogo entre concessionárias e prefeitura torna a maior cidade da América Latina esteticamente arcaica.

Fonte: Valor, por Roseli Loturco, 27.10.2014

Em artigo publicado nesta Folha O BNDES e a queda dos investimentos, 29/9, Luiz F. Figueiredo e Marina Santos, alegaram que o financiamento do investimento com juros baixos pelo BNDES, além de ineficiente, prejudicaria o bolso do contribuinte.

Fonte: Folha de São Paulo, 24.10.2014

A redução de energia compensaria o pagamento mais caro do aquecedor.

Fonte: DCI, 24.10.2014