Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Gustavo Patu, 14.01.2015Parte dos subsídios é custeio e, portanto, sujeita a bloqueio; Kassab descarta perdas.
Fonte: Folha de São Paulo - Mercado aberto, 14.01.2015O número de empregados na construção civil no país recuou 1,57% em novembro de 2014, na comparação com o mês anterior, segundo o SindusCon-SP (sindicato que representa o setor).
Fonte: Folha de São Paulo - Cotidiano, 14.01.2015Melhoria atinge só 15% dos semáforos.
Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Ingrid Fagundez, 14.01.2015Começa a valer nesta quarta-feira (14) a primeira mudança na pensão por morte, uma das alterações nos benefícios sociais anunciadas em dezembro pelo governo.
Fonte: Folha de São Paulo - Cotidiano, por Artur Rodrigues, 12.01.2015Moradores de bairros nobres e de classe média de São Paulo estão se mobilizando contra a criação de zonas para habitação popular e grandes áreas de comércio.
Fonte: Folha de São Paulo - Cotidiano, por Artur Rodrigues, 12.01.2015A Secretaria de Desenvolvimento Urbano afirma que a criação de comércios em áreas residenciais ainda está em discussão e pode sofrer alterações.
Fonte: Reuters - Negócios, por Camila Moreira e Alexandre Caverni, 12.01.2015Economistas de instituições financeiras pioraram pela segunda semana seguida suas projeções para a inflação e o crescimento econômico neste ano, elevando também a perspectiva para a alta dos preços administrados.
Fonte: Diario do grande ABC - Economia, 12.01.2015Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima do salário mínimo (R$ 788,00) terão um reajuste de 6,23% a partir de 1º de janeiro deste ano, conforme portaria dos ministérios da Previdência Social e da Fazenda, publicada nesta s
Fonte: Sintracom - Sp - Notícias, 12.01.2015As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo apresentaram recuo de 44,7% de janeiro a outubro deste ano sobre um ano antes.
Fonte: Reuters - Manchetes - Artigo, por Camila Moreira, 09.01.2015A inflação oficial brasileira encerrou 2014 em 6,41 por cento, pressionada principalmente pelos preços de alimentos e habitação, muito próxima do teto da meta oficial, mantendo a pressão sobre o Banco Central para conter a alta dos preços no segundo manda
