Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, 03.08.2015Economistas e instituições financeiras ampliaram novamente a queda prevista para o PIB em 2015, que foi para 1,80%, quando considerado o centro das previsões (mediana).
Fonte: Diário do Grande ABC, 03.08.2015Apesar de a falta de moradia ser um problema antigo, Diadema assiste hoje a crescimento desenfreado de empreendimentos imobiliários privados cujos preços não se enquadram na renda da maioria das famílias do município, que ganham entre dois e cinco salários mínimos – os dados são do IBGE (Instituto de Geografia Estatística). Geralmente, os valores atraem compradores de cidades vizinhas.
Fonte: Valor - Carreira, por Letícia Arcoverde, 03.08.2015Criatividade e arte são termos que não costumam ser associados ao ensino de engenharia. Mas eles são a chave para a formação desses profissionais no futuro. Essa é a opinião de Donald Sadoway, professor do departamento de engenharia e química dos materiais do Massachusetts Institute of Technology (MIT), uma das instituições mais renomadas do mundo no ensino e pesquisa de ciências, engenharia e tecnologia.
Fonte: Valor - Empresas, por Stella Fontes, 03.08.2015As vendas da indústria brasileira de materiais de construção recuaram 9,4% em julho, na comparação anual, porém cresceram 5,8% frente a junho, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
Fonte: Valor - Empresas, por Gilberto Borça Junior, 03.08.2015O ano de 2015 vem sendo caracterizado por uma rápida deterioração do mercado de trabalho no Brasil, com elevação do desemprego e retração do rendimento real. Essa dinâmica tem suscitado questionamentos acerca da capacidade das famílias continuarem a honrar o serviço (juros + amortizações) de suas dívidas. Afinal, a queda da renda pode gerar desajustes entre o valor das prestações e o orçamento familiar.
Fonte: Valor - Opinião, por Gustavo Loyola, 03.08.2015A revisão pela agência S&P da perspectiva do rating soberano brasileiro de "estável" para "negativa" aguçou o mau humor dos mercados na semana passada, já que aproxima ainda mais o país da perda do grau de investimento. Porém, a decisão da S&P apenas corroborou o que já era sabido por todos que minimamente analisam a situação fiscal do país. A verdade é que o Brasil sofre uma crise fiscal de natureza estrutural que se agravou nos últimos anos em razão da baixíssima qualidade da gestão macroeconômica dos últimos anos do governo Lula e no primeiro mandato da presidente Dilma.
Fonte: Valor - Empresas, por Chiara Quintão, 29.07.2015Os números que a Tecnisa divulga hoje abrem a temporada de balanços do segundo trimestre do setor. A expectativa é de resultados mais fracos do que os do mesmo período do ano passado para as incorporadoras em geral, em decorrência de menores lançamentos e vendas, da queda da confiança do consumidor, do aumento das taxas de juros, das restrições de crédito imobiliário e dos distratos. Por outro lado, há tendência de continuidade da geração de caixa.
Fonte: Valor - Empresas, por Chiara Quintão, 29.07.2015A Duratex espera que a demanda do terceiro trimestre supere a do intervalo de abril a junho e que o segundo semestre seja melhor do que a primeira metade do ano, conforme o presidente da companhia, Antonio Joaquim de Oliveira. Diante das incertezas do cenário macroeconômico, que impactam as vendas das duas divisões Deca e Madeira , a empresa não informa.
Fonte: Valor - Empresas, por Stella Fontes, 29.07.2015As vendas de papelão ondulado, consideradas um importante termômetro do nível de atividade econômica, devem recuar 2,5% em 2015 diante da deterioração do cenário doméstico, de acordo com a nova previsão da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). Inicialmente, a entidade projetava estabilidade nas expedições brasileiras de caixas, acessórios e chapas neste ano, após o crescimento de 0,82% em 2014 para 3,43 milhões de toneladas.
Fonte: Valor - Brasil, por Daniel Rittner, 28.07.2015Em abril de 2012, a presidente Dilma Rousseff prometeu recursos a fundo perdido e financiamento subsidiado para espalhar linhas de metrô pelas maiores capitais do país, com um pacote de R$ 32 bilhões em projetos de mobilidade urbana.
