Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Bruno Villas Boas, 12.08.2015Menor folga no orçamento das famílias, oferta mais restrita de crédito, desânimo do consumidor. Essa combinação desfavorável levou o varejo brasileiro a ter seu pior primeiro semestre em 12 anos.
Fonte: Diário do Grande ABC, 12.08.2015As vendas de material de construção interromperam uma sequência de cinco quedas e registraram alta de 5,5% em junho ante maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Mensal do comércio (PMC), nesta quarta-feira, 12. Apesar disso, o desempenho não recupera as perdas anteriores, destacou Isabela Nunes Pereira, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do órgão.
Fonte: Diario do grande ABC, 10.08.2015A desaceleração do grupo Habitação foi uma das principais contribuições para a estabilidade na taxa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) entre a quarta quadrissemana de julho e a primeira de agosto.
Fonte: Obras 24 horas, 07.08.2015Quem sonha em ter sua casa própria ganhou mais opções em linhas de crédito para financiar parte do valor do imóvel. Enquanto a Caixa Econômica Federal disponibilizou R$ 4 bilhões para a linha de financiamento, cobrindo até 85% do valor do imóvel, o Banco do Brasil estima destinar até R$ 1 bilhão para as novas operações, financiando até 90% da casa própria. Em ambos os casos, o preço da unidade financiada não pode passar de R$ 400 mil.
Fonte: Valor - Opinião, por Rodrigo Madeira, 07.08.2015No debate econômico atual é recorrente o questionamento com relação à atuação do BNDES de acordo com o porte das empresas. Os críticos procuram demonstrar que o banco de fomento destina a maior parte dos seus recursos para grandes empresas. Esta conclusão, no entanto, deve ser vista com cautela, pois é necessário considerar na análise do porte, o amplo escopo das atividades do BNDES.
Fonte: Valor - Brasil, por Chiara Quintão, 06.08.2015A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deste ano foi, novamente, revisada para baixo. O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), que estimava queda de 5,5% no PIB do setor, projeta agora retração de 7%. Os dados do setor abrangem os segmentos de edificações – residenciais e não residenciais -, infraestrutura – obras viárias, energia, telecomunicações e saneamento -, serviços especializados em construção – obras de acabamento, instalações e preparação de terrenos – e demanda das famílias.
Fonte: Valor - Habitação, 06.08.2015As medidas de estímulo ao crédito imobiliário adotadas pelo governo no fim de maio provocaram uma reação na modalidade, em especial por parte da Caixa Econômica Federal, porém o volume de recursos liberados segue muito abaixo do que era desembolsado no ano passado. A demanda mais fraca para compra de imóveis e a continuidade dos saques da caderneta de poupança limitaram a reação do crédito, afirmam executivos de bancos ouvidos pelo Valor.
Fonte: Obras 24 horas, 05.08.2015A inflação calculada pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ganhou força em julho, segundo dados divulgados na quinta-feira (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, que é usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel residencial, ficou em 0,69%, ante 0,67% no mês anterior.
Fonte: Reuters, por Juliana Schincariol, 05.08.2015O preço médio do metro quadrado de imóveis residenciais prontos anunciados em 20 cidades brasileiras subiu 0,13 por cento em julho ante o mês anterior, na nona alta seguida abaixo da inflação, de acordo com o índice FipeZap Ampliado divulgado nesta quarta-feira.
Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, 03.08.2015Economistas e instituições financeiras ampliaram novamente a queda prevista para o PIB em 2015, que foi para 1,80%, quando considerado o centro das previsões (mediana).
