Fonte: Reuters, por Thais Freitas, 07.12.2016Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) desacelerou a alta a 0,16 por cento, ante 0,21 por cento anteriormente. O índice representa 10 por cento do IGP-DI.
Fonte: Valor - Empresas, por Ivo Ribeiro, 05.12.2016Em razão da persistência da crise econômica, a indústria cimenteira do país já trabalha com previsão de retração superior a 6% no consumo do mercado brasileiro em 2017.
Fonte: Valor - Empresas, por Chiara Quintão, 05.12.2016A queda na demanda de materiais de construção para reforma e para imóveis novos vai resultar em redução expressiva das vendas de materiais em 2016.
Fonte: Valor - Empresas, por Chiara Quintão, 02.12.2016Após retração de 6,52% no ano passado e de 2,14% em 2014, o Produto Interno Bruto (PIB) do setor de construção civil terá queda de 5,3% neste ano e aumento de 0,5% em 2017, conforme as projeções do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusconSP) calculadas em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Fonte: Valor - Brasil, por Domingos Zaparolli, 01.12.2016Obras de infraestrutura têm potencial de gerar emprego e um novo impulso à economia do país. Um estudo da consultoria GO Associados demonstra que obras estimadas em R$ 67 bilhões.
Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Mariana Carneiro, 30.11.2016A economia brasileira seguiu encolhendo no início do segundo semestre deste ano.
Fonte: Valor - Brasil, por Chiara Quintão, 30.11.2016Os preços de imóveis residenciais tendem a ficar estáveis, com alguma tendência de queda em termos nominais.
Fonte: Reuters, por Thais Freitas, 28.11.2016As expectativas pioraram em novembro e o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil apresentou queda pelo segundo mês seguido.
Fonte: Valor - Empresas, por Chiara Quintão, 24.11.2016O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover.
Fonte: Folha de São Paulo - Mercado, por Maeli Prado e Debora Alvez, 23.11.2016A revisão na projeção de crescimento da economia brasileira anunciada pelo Ministério da Fazenda, de 1,6% para 1% em 2017.
