As vendas de revestimentos cerâmicos para o exterior cresceram 22% entre janeiro e outubro deste ano na comparação com 2015, aponta a Anfacer (associação do setor).

Outros países compram hoje cerca de 13% da produção brasileira e ajudaram a reduzir as perdas em 2016, segundo a entidade.

Empurrado pela alta do dólar no início do ano, o Grupo Fragnani, que teve queda de 6,1% na receita entre janeiro e outubro, dobrou o volume exportado em relação a 2015.

"Vendemos 5,1 milhões de m² para fora, quase 15% da nossa produção, diz João Ribeiro, diretor da empresa.

A Portobello teve alta de 10% nas exportações até o terceiro trimestre. A variação é menor que o previsto inicialmente. "A oscilação do câmbio atrapalhou", diz o diretor financeiro John Suzuki.

Fonte: Folha de São Paulo - Colunistas, por Maria Cristina Frias, 02/12/2016