
Quando estiver concluída, em 2021, a planta de Jacarandá, em Juazeiro (BA), terá mais de 450 mil painéis solares, gerando eletricidade suficiente para abas-tecer uma cidade de 700 mil habitantes, como Ribeirão Preto (SP), por exemplo. Todos os anos, deixarão de ser emitidas aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 na comparação com os modelos tradicionais de geração de energia. Isso equivale a retirar das ruas cerca de 37 mil veículos.
Além de fortalecer sua posição no mercado brasileiro, a Atlas foi a pioneira do setor no país e alcançou uma marca importante com a planta de Jacarandá: é a primeira vez que um projeto solar nacional é totalmente financiado em dólares – uma iniciativa inovadora, num cenário em que geralmente as operações do setor são financiadas por agentes públicos, como o BNDES. Nesse caso, a Atlas assinou em outubro um contrato de empréstimo de US$ 67 milhões junto ao BID Invest, membro do Grupo BID, e ao DNB Bank ASA, da Noruega.
Jacarandá será a quinta usina de geração de energia solar da Atlas Renewable Energy e distribuirá energia limpa para a unidade da Dow Química na Ba-hia. E a expansão das operações da empresa no Brasil não para por aí. Para 2022, está prevista uma usina fotovoltaica que abastecerá a mineradora Anglo American em Pirapora (MG).
Em apenas três anos de existência, a companhia é uma das principais do segmento, a segunda maior geradora de energia solar do país. “A meta é triplicar nossa capacidade nos próximos cinco anos de forma sustentável”, anuncia Luis Fernandez-Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil.
“Temos uma equipe experiente, com muitos anos no setor, que conhece bem o Brasil e compreende muito bem o marco regulatório brasileiro, o que nos per-mite desenvolver projetos inovadores sob medida para as necessidades de cada cliente. Somos inovadores por excelência, temos sido pioneiros na im-plementação de novas tecnologias em nossos projetos no país. Isso nos dá uma vantagem competitiva, pois oferecemos mais eficiência em nossos projetos. A Atlas Renewable Energy se diferencia no mercado por ser mais ágil na execução de seus projetos, todos entregues dentro do prazo e seguindo o orçamento. Além disso, conhecemos os parceiros financeiros adequados para conseguir estruturas financeiras vantajosas que, por sua vez, nos permitem oferecer maior previsibilidade de preços e certeza aos nossos clientes”, afirma.
Um exemplo dessa parceria com os clientes é o projeto desenvolvido para a Dow Química. A empresa necessitava de fornecimento de energia por 24 horas por dia. Para atender ao cliente, que busca sustentabilidade em suas ope-rações, a Atlas encontrou uma solução: trocar o excedente produzido pela usina solar Jacarandá com outros geradores de energia limpa que podem manter a produção e a intensidade necessária de eletricidade durante a noite, eliminando riscos de intermitência no fornecimento.
A Atlas desenvolveu o projeto Jacarandá por meio de um Contrato de Compra de Energia de Longo Prazo (PPA, na sigla em inglês), modelo de negócio mui-to comum nos Estados Unidos e na Europa. A Atlas também trabalha com contratos de longa duração, no mínimo 15 anos; um modelo que está consolidado como uma das soluções mais viáveis para indústrias e grandes consumidores de energia.
Outro projeto no modelo PPA que está sendo desenvolvido pela Atlas é para o setor de mineração: a planta solar de Atlas Casablanca, para a Anglo American, em Minas Gerais. A usina vai contar com uma capacidade instalada de 330MW, mais de 800 mil módulos e vai produzir energia que seria suficiente para abastecer uma cidade de 1,4 milhão de habitantes, de acordo com o consumo médio de uma família brasileira. Esse contrato faz parte da estratégia da Anglo American de usar 100% de energia renovável em suas operações no Brasil a partir de 2022. O objetivo da mineradora é criar uma mina sustentável, com uma redução de 30% das emissões de CO2 até 2030.
“Trabalhamos com contratos de longo prazo. Do lado do cliente, isso gera pre-visibilidade tanto de entrega de energia quanto de custo”, explica Luiz Bales-ter, diretor comercial da Atlas Renewable Energy no Brasil. “Do nosso lado, com um fluxo de caixa contratado, conseguimos financiar os projetos de forma eficiente. O PPA é o instrumento para formalizar esses contratos”. A viabilização de um financiamento de longo prazo permite que o projeto consiga chegar a preços de energia bastante eficientes melhorando significativamente a pro-posta de valor para o cliente.

Planta solar de São Pedro, localizada em Bom Jesus da Lapa (BA): desenvolvida, construída e operada pela Atlas Renewable Energy — Foto: Divulgação
Energia limpa
Inaugurada em 2017, a Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos com contratos de energia de longo prazo em toda a América Latina. Seus principais clientes são as empresas e indústrias que fazem consumo intensivo de eletricidade.
A companhia atua no México, no Chile e no Uruguai, além do Brasil e faz par-te do Fundo de Energia IV, fundado pela Actis, um dos principais fundos de private equity no setor de energia em nível mundial. O portfólio atual da Atlas na América Latina é de 2.2 GW, sendo que o Brasil possui 1 GW de projetos contratados em fases de desenvolvimento, construção ou operação. Nos próximos anos, a empresa pretende expandir em mais 4 GW sua capacidade na região latino-americana.
Além do modelo de financiamento, a Atlas valoriza a busca por uma abordagem inovadora em todos os aspectos dos projetos. Exemplos disso são o uso de tecnologia de módulos bifaciais, que aumentam a eficiência da usina e re-duzem o uso do solo, e o seu pioneirismo na implantação de novas tecnologias, como a primeira subestação digital num projeto solar no Brasil.
Em linha com o compromisso da Atlas Renewable Energy com uma ambiciosa agenda de engajamento social, a empresa confirmou planos para oferecer oportunidades às comunidades de regiões onde opera para promover a diversidade e inclusão dentro do processo de contratação da mão de obra.
Para isso, a empresa já prevê em seus novos projetos no Brasil parcerias com ONGs e autoridades locais para fornecer treinamento para mulheres em áreas especializadas, com o objetivo de quadruplicar a força de trabalho feminina em projetos solares e promover o acesso a empregos mais técnicos. “Temos pro-gramas para treinar mulheres, que até agora, por diferentes motivos, não saíam de casa, não tinham contato com trabalho ou com educação”, afirma o diretor geral da empresa.
Da mesma forma, a empresa está mobilizando seus fornecedores locais para priorizar afrodescendentes e minorias no processo de contratação. Além disso, já investiu mais de 60 mil horas de treinamentos em cursos de capacitação de mão de obra e criou mais de 3.100 empregos no processo construtivo e de implantação de usinas solares no Brasil. Também desenvolve tecnologias sociais de suporte empreendedor e integrativos para mais de 8.500 moradores de 31 comunidades no entorno de seus empreendimentos no país.
Atualmente, a contribuição da energia solar na matriz energética brasileira é pequena, na casa de 1,7%, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). Porém, em razão das exigências sociais, econômicas e ambientais mais sustentáveis, aliadas às caraterísticas geográficas brasileiras, o potencial de uso dessa fonte de energia é gigantesco. No mundo, a energia solar representa 11% da matriz energética mundial – em 2050, na projeção do relatório da Bloomberg, vai representar 38% do total no planeta.
“O Brasil tem um potencial imenso e deverá se tornar um player expressivo no plano mundial”, afirma Luis Fernandez-Pita. Nosso plano é continuar antecipando as necessidades dos clientes, inovando em todas as etapas e entre-gando energia limpa para os clientes”.
Para saber mais, acesse https://www.atlasrenewableenergy.com/.
Fonte: Valor Econômico - ESPECIAL PUBLICITÁRIO, por Atlas Renewable Energy, 03/12/2020

