Diante da instabilidade do cenário político e econômico, diversas empresas de construção passaram a investir cada vez mais em ferramentas e equipes capazes de diminuir ou eliminar as perdas. No entanto, para isso é necessário que os profissionais saibam como ajudar a sua organização a implantar um modelo de gestão de risco eficiente e assertivo.

A FTI Consulting em parceria com a AACE Brasil - Associação para o Desenvolvimento da Engenharia de Custos realizou na última quinta-feira (28/07) o workshop "Experiências na Implementação do Processo de Gestão de Riscos de Projetos em uma empresa de Construção", com o objetivo de trocar experiências e atualizar os profissionais do setor sobre novas estratégias, metodologias e estudos de campo.

"O intuito do workshop foi levantar questões e buscar definições a respeito da gestão de riscos em projetos", afirmou Cláudio Graeff, Managing Director da FTI Consulting. "Antes de se iniciar investimentos na fase de engenharia, por exemplo, é preciso fazer uma avaliação levando em consideração diversos fatores, como condições econômicas do país, nível de complexidade, prazos, entre outros."

Os participantes também tiveram a oportunidade de absorver temas relacionados aos riscos financeiros, legais, políticos e de mercado, fatores que quando mal gerenciados podem impactar negativamente o desenvolvimento do projeto. Além disso, a palestra levou fundamentos práticos para análise e prevenção de riscos como identificação, priorização, monitoramento e respostas, assim como, experiências obtidas na implementação do processo de gestão de riscos, como: lições aprendidas, melhores práticas, governança corporativa e resultados.

"Ao implantar um modelo unificado de gestão de riscos em projetos é preciso buscar melhorar a previsibilidade dos resultados, fomentar o trabalho multidisciplinar das equipes e, principalmente, envolver e obter o apoio da liderança corporativa.", disse Henrique Takemoto, Director da FTI Consulting. "Uma pergunta que os profissionais devem se fazer é como compreender as condições e os eventos que podem alterar o custo orçado e o cronograma definido no estudo e agir efetivamente e antecipadamente sobre eles".


Fonte: Obras 24 horas - Noticias, 03/08/2016