Para aliviar a situação da construção civil, o governo vai lançar em julho mais uma etapa do Minha Casa, Minha Vida, com novas regras e projeção de contratação de 3 milhões de novas casas.

Também estão em estudo medidas para ajudar a destravar os financiamentos habitacionais para as classes média e alta.

Construtoras e bancos pressionam o governo por solução, mas a margem para benesses é pequena.

Mesmo com a terceira etapa do Minha Casa, o governo já avisou que contratações serão graduais.

Está em discussão, por exemplo, a criação de uma faixa intermediária de renda das famílias atendidas pelo programa. Construtoras também esperam reajustes no valor dos imóveis que podem ter o benefício.

Para aliviar o estrangulamento do crédito para a classe média, o governo deve atender o pleito das construtoras de elevar de R$ 190 mil para R$ 300 mil o valor-teto dos imóveis que podem ser financiados com recursos do FGTS. Hoje, essa faixa é atendida pela poupança.

A demanda por parte do compulsório da poupança não deve ser atendida.


Fonte: Folha de São Paulo , 17/05/2015