A inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPCS) passou de 0,47% no fechamento de março para 0,49% na primeira leitura de abril, influenciada pelo aumento dos preços dos alimentos, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Das oito classes de despesas avaliadas, o destaque ficou com Alimentação (0,71% para 1,03%), em que as hortaliças e legumes saíram de alta de 5,45% para elevação de 11,44%.
Educação, Leitura e Recreação deixaram recuo de 0,11% para elevação de 0,10%, Saúde e Cuidados Pessoais foram de elevação de 0,71% para 0,79% e Comunicação abandonou baixa de 0,95% para decréscimo de 0,65%, por causa de passagem aérea (6,58% para 5,24%), medicamentos em geral (0,03% para 0,34%) e tarifa de telefone residencial (3,55% para 2,55%), respectivamente.
Em contrapartida, Habitação (1,10% para 0,78%), Transportes (0,30% para 0,39%), Vestuário (0,11% para 0,20%) e Despesas Diversas (0,90% para 0,77%) registraram variações mais baixas, influenciados por tarifa de eletricidade residencial (6,15% para 3,69%), gasolina (1,93% para 2,21%), calçados (0,51% para 0,21%) e cigarros (1,41% para 1,03%), respectivamente.
O IPCS apura a inflação em sete capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Brasília.
Fonte: Valor - Macroeconomia , 10/04/2017

